Em meio a elogios e convites e prazos e datas importantes, encontro-me doidamente feliz. Não é porque metade do (meu) mundo me odeia. Nem porque me dói toda vez que o vejo. É porque... tenho plena e total segurança de que ela está bem. E nós também estamos. Eu e meu joelho, quero dizer.
É; nada poético mas certamente relevante: enfim ele colaborou e as seções se ''eletro-tortura'' acabaram-se. Porém eu não vou mais ver meu Castelhano. Droga. Tão lindo... ah, como eu queria que ele fosse acessível! Sim, me apaixonei (platonicamente) por um palhaço de semáforo. Nada que contradiga meu gosto para homens (sem ofensa).
Na falta do que escrever aposto em não escrever nada. Mas é praticamente impossível. Mesmo que sejam apenas bobagens. E o fato de saber que alguém além dele anda visitando meu abismo me deixa tremendamente nervosa.
Pelo menos descobri que escrevo melhor do que falo. Cada dia que passa descubro mais uma parte dela. E de mim. E da Alice. E do Coelho Branco. Me conformei de que sou louca e talvez seja por isso que não sou mais. E ela (a culpa) já não me incomoda (talvez seja por causa da carta).
Os prazos. É prova atrás de prova. Consulta atrás de consulta. Meu recorde de idas ao médico foi superado nesse mês. E, aos curiosos: o fungo vai bem. Foi detido nessa ultima semana por mau comportamento... ele é a coisa mais chata que me aconteceu ultimamente (mentira; não é ele) não importa o que faço, ele não some daqui! Na verdade some, mas insiste em voltar. E não, não voltarei ao açougue. Talvez eu vá à feira hippie. Com certeza lá eu encontrarei ajuda (se você não for a juh nem o adriano, vc não entenderá).
Falando em ajuda, entreguei a redação sobre mulher na mídia e no imaginário. Acho que nunca escrevi uma coisa tão ruim. Depois de horas lendo artigos feministas na internet e pedindo conselhos à professora... sentei e comecei a chorar. Meu dom para drama deveria ser algo a me ajudar em redações. Maldita ironia.
Ah. Drama. É incrível como eu não sei ser eu. Será que isso é só comigo? Talvez sejam as calças jeans ou o cabelo enrolado, mas não há meio de ser quem sou. Pelo menos não lá.
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